[Resenha] “A Mensagem”

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Sinopse:

Quando viajou até ao Egipto a trabalho nunca imaginou as surpresas que lhe estariam reservadas. A estadia começava a parecer-lhe longa demais até que inesperadamente encontra Dinis na praia, numa noite de luar. Todo o seu futuro seria alterado nessa noite.
As mensagens que Dinis lhe enviava faziam-na sorrir e sentir amada. As mensagens eram entregues nos momentos mais inesperados e quase sempre pela mão de estranhos.
Dinis fugia do seu passado, um passado doloroso no amor, sendo o Egipto o seu refúgio. Lá encontra Inês e com ela vive noites ardentes e muito fogosas.
Mas o passado de ambos persegue-os. Inês não consegue esquecer uma grande paixão que lhe deixou marcas na alma por ter acabado de maneira tão trágica.
Num telefonema Dinis reconhece a voz de Sara e recorda-se de tudo o que sofreu por sua causa.
Sara é a melhor amiga de Inês, não casou por amor. Há algo escondido no seu passado que pensa que ninguém sabe. Descobre que ama o marido depois de este a ver beijar Dinis e de lhe confessar que sabe do segredo deles.
Poderá uma mensagem entregue no avião ditar o futuro de Inês e Dinis?

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[Cinema] “Abduction of Angie”

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Sinopse:

A paramédica Miranda enfrenta uma emergência pessoal quando a sua filha de 8 anos, Angie, é sequestrada pelo pai de Miranda: Luke. Enquanto Angie nunca está em perigo físico, Luke é perigoso para os outros e já matou no passado. Ele está agora pronto para fazer qualquer coisa para reunir a sua família. Miranda persegue e descobre segredos da sua própria infância para descobrir qual é o plano de Luke, confrontá-lo e recuperar sua filha raptada.

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“Em paz, como o oceano”, por José Luís Peixoto

jose_luis_peixotoEnquanto adormecia na Praia da Vitória, acreditei por instantes que compreendia o mar. A minha respiração sincronizou-se com as ondas ou, talvez porque precisava dessa crença, chegou a parecer-me que foram as próprias ondas que se sincronizaram com a minha respiração. Mas não importa quem imitou quem, o certo é que partilhei esses instantes com o oceano. Eu, deitado na cama de um quarto, protegido por paredes, por uma janela fechada, pela escuridão, e o oceano, lá fora, sob o tamanho do inverno, como se fosse dono dele.

Esses instantes passaram, claro. É sempre assim. No entanto, há um resto dessa verdade que permaneceu. E um ponto dessa força é suficiente para, agora, enquanto escrevo, me tocar. O oceano que rodeia os Açores, a ilha Terceira, como se fosse o mundo inteiro, como se fosse tudo, e agora, ainda, a memória do conforto absoluto. Mesmo que apenas por instantes, a leveza desse conforto é devedora de um agradecimento que procura palavras, mesmo sabendo que é provável que não existam palavras capazes de conter tanta gratidão. 

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