[Resenha] "Tudo o que sempre quis" – Ana Rita Correia

Sinopse:

Salvador. Lucas. Helena. Sara e Martim.
Cinco jovens que se perderam algures na estrada da vida. Todos eles têm assuntos pendentes, cicatrizes e fantasmas que insistem em persegui-los onde quer que vão. Até mesmo quando, um por um, por um motivo ou por outro, se refugiam numa pequena Vila à beira-mar sem saberem até que ponto os seus destinos estão traçados.
Uma história de amor, de amizade, de dor, perdão e segundas oportunidades. Mas acima de tudo, lealdade.
Ninguém é forte o suficiente ao ponto que não precise de outro alguém.

O que faria com uma noite que mudou tudo?
Até onde iria em nome do amor?

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[Entrevistas] À Conversa com… Diogo Simões

créditos: Diogo Simões

Olá, Diogo!

Antes de mais bem-vindo à rubrica “À Conversa com…” do EscreViver e obrigada por aceitares responder a algumas questões que me permitam dar-te a conhecer aos meus leitores.

  1. Fala-nos um pouco de ti. Quem é o Diogo Simões?

Olá, Ana! Muito obrigado por este convite. Falar de mim tanto pode ser um desafio como um desastre, mas de forma resumida sou alguém viciado em livros, séries e filmes. Sou também licenciado em Serviço Social e, atualmente, termino no Porto um mestrado ligado à área da infância e juventude.

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“Puka”, por José Luís Peixoto

Quando morre um cão, há uma tristeza específica. É fina e espeta-se no pensamento. Aleija só de imaginar. Deriva da pena de não termos sido capazes de estar à altura da pureza, da generosidade absoluta.

Está deitada ao meu lado, a ressonar. Acredito que o som dos meus dedos no teclado do computador também a tranquiliza: o ritmo certo/incerto destas palavras: letras-letras-letras espaço letras-letras-letras espaço. Se assim for, se a minha escrita contribuir para a paz do seu sono, está apenas a devolver-lhe aquilo que também recebe deste corpo encostado a mim, a respirar profundamente, como se essa fosse a sua resposta ao tempo.

Quando lhe pouso a mão em cima, deixa-me fazer tudo. Não se incomoda. Essa é a forma que tem de mostrar a sua confiança ilimitada. Não acorda, como se escolhesse não acordar. Oferece o corpo às minhas festas e, se a aperto com um pouco de mais força, deixa escapar um som de prazer preguiçoso, arrastado, nasce-lhe na garganta.

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